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A bússola e seu funcionamento

Bússola e Mapa, MEDIUM

História

A bússola existe desde o século XII e foi inventada pelos chineses, que usaram a magnetita para encontrar os pontos cardeais. Nomeada de “Si Nan”, que significa “O governador do Sul”, é simbolizada por uma concha que aponta para o Sul. Nesse sentido, com o passar dos séculos a bússola foi desenvolvida até se tornar um instrumento moderno de alta precisão como é atualmente. 

Alguns dos passos mais importantes para essa evolução foi a descoberta de que uma agulha pode ser magnetizada esfregando-a com minério de ferro e pode ser envolvida num invólucro transparente cheio de ar para protegê-la. Conforme foi passado o tempo, tal tecnologia foi substituída nas bússolas atuais por um líquido que aumenta sua precisão e rapidez.

A bússola foi um instrumento muito importante na história humana, principalmente na época das grandes navegações. Dessa forma,  os navegadores utilizavam-na para se orientar e localizar geograficamente, facilitando a exploração do “novo mundo”.

Grandes navegações, época em que a bússola era instrumento essencial na vida dos que faziam parte do processo.
Grandes Navegações, Toda Matéria

Funcionamento

A bússola atua sob o magnetismo terrestre, sendo atraída para a direção dos polos. Ela funciona por meio de uma agulha magnetizada colocada de maneira horizontal, capaz de localizar os pontos cardeais. Nesse sentido, fica suspensa pelo centro de gravidade e gira de acordo com os movimentos realizados, sempre apontando para o polo norte da Terra.

É importante, para o bom uso da bússola, reconhecer os conceitos de polo Norte magnético e geográfico, que não são coincidentes. Em síntese, o Norte geográfico é indicado por qualquer meridiano geográfico, ou seja, na direção da rotação da Terra e o Norte magnético é a direção do polo magnético, indicado pela agulha imantada de uma bússola. Assim, o ângulo formado entre o Norte geográfico e o Norte magnético é a chamada declinação magnética.

Globo terreste com seus polos. EAD UNIDIS

As cartas, portanto, devem conter a variação da declinação anual de uma região para que possamos obter o valor correspondente à data atual, multiplicando-se a diferença em anos da data atual e a data em que a carta foi confeccionada pela declinação anual. Essa declinação varia de acordo com o local do planeta, por exemplo, em certas zonas do Canadá ultrapassa os 40 graus, mas, na Escandinávia, é desprezível.

Tipos de bússola

Além da bússola convencional citada, existem dois tipos de bússola, que foram feitas para facilitar o trabalho relacionado à geologia, com funções adicionais e outra notação. As características de cada uma são:

Bússola Geográfica (convencional)

Bússola tipo Brunton

Bússola Brunton, Geologia BR

Bússola tipo Clar

Bússola Clar, Alta Montanha

Autor: Arthur Rodrigues

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